O Método Corpo Integrado®

Uma forma diferente de compreender o ser humano


O Método Corpo Integrado® parte de um princípio essencial: tudo em nós está ligado.

Somos muito mais do que um corpo físico.

Somos corpo, mente, emoções, energia e consciência. Diferentes dimensões de um mesmo sistema, que se influenciam continuamente e que não podem ser verdadeiramente compreendidas de forma isolada.

Na base do Método Corpo Integrado® está a compreensão de que tudo é energia e de que aquilo que vivemos e experienciamos pode influenciar o nosso campo energético, a forma como o nosso sistema se organiza e, consequentemente, a maneira como sentimos, reagimos e vivemos.

Por isso, quando alguma coisa em nós perde equilíbrio, nem sempre basta olhar apenas para o lugar onde essa manifestação aparece.

É preciso olhar para o todo.


As diferentes dimensões de nós

Corpo físico

É a dimensão mais visível. Aquela onde sentimos a dor, a tensão, o cansaço e tantas outras manifestações físicas.

Mas o corpo físico não existe separado das restantes dimensões. Muitas vezes, é nele que começamos a perceber que alguma coisa no nosso sistema precisa de atenção.

Corpo mental

Pensamentos, crenças, interpretações e padrões mentais influenciam profundamente a forma como experienciamos a realidade.

Aquilo em que acreditamos sobre nós, sobre os outros e sobre a vida pode condicionar a forma como sentimos, escolhemos e reagimos.

Corpo emocional

As emoções fazem parte da nossa experiência e transportam informação sobre aquilo que estamos a viver.

Algumas são expressas. Outras são contidas, evitadas ou permanecem associadas a experiências que continuam a influenciar-nos.

Corpo energético

Tudo em nós é energia.

O nosso campo energético é influenciado pela relação entre as diferentes dimensões e por tudo aquilo que experienciamos ao longo da vida.

No Método Corpo Integrado®, esta dimensão é observada como parte integrante do equilíbrio global da pessoa.

Corpo espiritual

É a dimensão ligada à consciência, ao sentido, à ligação connosco e à forma como nos posicionamos perante a nossa própria vida.

Não se refere necessariamente a religião ou crença, mas a uma dimensão mais profunda da experiência humana e da relação que temos connosco próprios.



Integrar é deixar de olhar para nós por partes.

Durante muito tempo habituámo-nos a separar o corpo, a mente, as emoções e aquilo que vivemos.

Mas nós não funcionamos assim.

Aquilo que pensamos influencia aquilo que sentimos. Aquilo que sentimos influencia o corpo. Aquilo que experienciamos interfere com a nossa energia.

É nesta relação entre as diferentes dimensões que trabalha o Método Corpo Integrado®: procurando compreender onde existe desequilíbrio, o que pode estar a sustentá-lo e o que precisa de ser integrado.

Aquilo que vivemos também faz parte de nós.

Ao longo da vida atravessamos experiências, relações, perdas, medos, mudanças, conflitos e momentos que exigem de nós diferentes formas de adaptação.

Nem tudo aquilo que vivemos termina no momento em que acontece.

Algumas experiências podem continuar a influenciar a forma como pensamos, sentimos, reagimos e nos relacionamos connosco, com os outros e com a própria vida.

É por isso que, no Método Corpo Integrado®, não olhamos apenas para aquilo que estás a sentir hoje.

Olhamos também para a tua história e para aquilo que o teu sistema foi aprendendo ao longo dela.


O ponto de partida pode ser diferente para cada pessoa.

Muitas pessoas chegam ao Corpo Integrado através de um sintoma físico, ansiedade, cansaço, tensão ou de algo que sentem que se repete e não conseguem compreender.

Outras chegam porque reconhecem padrões nas relações, comportamentos ou emoções que continuam a condicioná-las.

E outras simplesmente sentem que precisam de se conhecer de uma forma mais profunda.

O ponto de partida pode ser muito diferente.

O objetivo é olhar para aquilo que estás a viver através das diferentes dimensões que fazem parte de ti, procurando compreender as relações, os padrões e os desequilíbrios que podem estar presentes.

Porque, muitas vezes, aquilo que sentimos é apenas a porta de entrada para algo que precisa de ser compreendido de uma forma mais ampla.